Santa Mônica, mãe de Santo Agostinho
Hoje 27 de Agosto de 2015, celebramos a memória desta grande santa, que
nos provou com sua vida que realmente “tudo pode ser mudado pela força da
oração”.
Santa Mônica nasceu no
norte da África, em Tagaste, no ano 332, numa família cristã que lhe entregou –
segundo o costume da época e local – como esposa de um jovem chamado Patrício.
Como cristã exemplar que era Mônica
preocupava-se com a conversão de sua família, por isso se consumiu na oração
pelo esposo violento, rude, pagão e, principalmente, pelo filho mais velho,
Agostinho, que vivia nos vícios e pecado. A história nos testemunha as inúmeras
preces, ultrajes e sofrimentos por que Santa Mônica passou para ver a conversão
e o batismo, tanto de seu esposo, quanto daquele que lhe mereceu o conselho:
“Continue a rezar, pois é impossível que se perca um filho de tantas lágrimas”.
Santa Mônica tinha três filhos. E
passou a interceder, de forma especial, por Agostinho, dotado de muita
inteligência e uma inquieta busca da verdade, o que fez com que resolvesse
procurar as respostas e a felicidade fora da Igreja de Cristo. Por isso se
envolveu em meias verdades e muitas mentiras. Contudo, a mãe, fervorosa e fiel,
nunca deixou de interceder com amor e ardor, durante 33 anos, e antes de
morrer, em 387, ela mesma disse ao filho, já convertido e cristão: “Uma única
coisa me fazia desejar viver ainda um pouco, ver-te cristão antes de morrer”.
Por
esta razão, o filho Santo Agostinho, que se tornara Bispo e doutor da Igreja,
pôde escrever: “Ela
me gerou seja na sua carne para que eu viesse à luz do tempo, seja com o seu
coração para que eu nascesse à luz da eternidade”.
Santa Mônica, rogai por nós!

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